O Eng.º Roberto Carneiro, coordenador de uma extensa equipa de investigadores do Centro de Estudos da Universidade Católica Portuguesa,
assim como,
o director do Institute for Innovation in Learning, Walter F. Kugemann, a investigadora sénior do National Centre for Innovation of Education (CINOP) e professora da University of Groningen, Marja van den Dungen, o investigador principal do The Tavistock Institute of Human Relations, Joseph Cullen, o Presidente da Scienter, Claudio Dondi, o investigador e professor da Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED) e da Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura (OEI), Alejandro Tiana, o director do Instituto para a Aprendizagem ao Longo da Vida da UNESCO, Adama Ouane, e o presidente da rede MENON de investigação e inovação europeia e director da Lambrakis Foundation, Nikitas Kastis,
conjunto de peritos internacionais que participaram no exigente painel da sua avaliação externa (que pode ser consultada aqui), poderiam explicar a Passos Coelho que o programa não foi uma mega encenação para credenciar a ignorância e distribuir diplomas a granel, insultando o esforço de 456.716 portugueses.
Poderiam, também, explicar-lhe que há sempre lugar para mais dois:


De Maria Eugénia a 18 de Maio de 2011 às 23:47
Perguntem aos professores, que eles tb vos podem explicar a VOCÊS como isto funciona! Não falem do que não sabem! pulando os números.
O que os senhores fazem é um insulto a todos os portugueses, mistificando a realidade e manipulando os números. O país vai pagar caríssimo durante várias gerações a vossa incompetência e falta de ética.
De Anónimo a 19 de Maio de 2011 às 00:50
quando se vê um aluno que consegue o 9º ano de escolaridade e se inscreve para fazer o 12º ano através deste sistema escrever "qurso de letresista coculuido em....", está tudo dito...
sim, isto é certificar a ignorância e passar um atestado de burrice a quem estudou de acordo com as mais elementares regras para concluir o ensino secundário!
De Cantarella a 19 de Maio de 2011 às 01:28
E o professor/avaliador que certificou o aluno em causa deveria era ter sido alvo de despedimento por justa causa. Pergunto : como se quer que as coisas funcionem quando quem as devia fazer funcionar bem compactua com coisas destas?! E não me venham dizer que são "pressões", pressões só as sofrem os pobres de espirito e os cobardes.
De Maria Eugénia a 19 de Maio de 2011 às 14:16
Ó Cantarella, em que país é que vive? Não me diga que é o do engenheiro!? quem diria!
Acha que o professor não tem que pactuar com o que o Ministério IMPÕE? acha que pode passar por cima da lei que manda distribuir diplomas?
Pois fique sabendo que NADA pode! É a vida! (como diz aqui o blog)
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